Oh lá lá, tenho um website novo!!!

A excitação de ter um website novo para a nossa empresa/negócio traz consigo enormes expectativas. Vai mostrar tudo o que somos capazes de fazer/oferecer, ficar lindíssimo e gerar imenso negócio.

Sim! O site da nossa empresa ou projeto serve mesmo para isso. Serve para trazer notoriedade ao nosso negócio. Mostrar o que temos para oferecer aos nossos clientes. Serve para posicionar-nos neste universo de ofertas, por vezes tão competitivas. Serve para mostrar quem somos e no que somos diferentes. Vamos dar motivos para que nos escolham e não aos nossos concorrentes.

Claro que para que isto aconteça, o design e a construção do novo site deve ser feito de forma profissional. A nível técnico é impreterível que garanta uma resposta eficaz a todos os requisitos relevantes.

É assim que trabalhamos os websites dos nossos clientes (e dos nossos amgos):

O pontapé de saída é a análise do espaço digital e dos motores de busca na área de negócio do cliente:

– Quais as pesquisas que as pessoas fazemq uando procuram este produto ou serviço? Quais os termos e as palavras chave que usam?
– Quais os websites da concorrência com mais notoriedade nos motores de pesquisa? Porque é que aparecem nas primeiras posições das pesquisas? Quais as palavras chave que indexam?

Com esta análise feita temos as linhas de orientação para criar o copy dos conteúdos e desenhar uma árvore de navegação relevante. Assim garantimos uma melhor indexação.

SEO e UX/UI – Talvez não se tenha lembrado disso, mas um website é visto e lido de diferentes formas conforme quem visita as suas páginas.

Os seus clientes vão ver o website e percorrê-lo se o acharem interessante. Temos de garantir que a sua experiência será excelente. O site é rápido, as navegações são óbvias, a estrutura de conteúdos é simples e rapidamente achamos o que precisamos. Apesar dos nossos clientes serem especialistas em áreas que muitas vezes nunca trabalhámos, a nossa experiência a desenhar os fluxos de navegação e a usabilidade do website é uma mais valia que trazemos para cima da mesa nesta fase do processo.
 
Os crawlers (robots de pesquisa) como o Googlebot vão ler e percorrer o seu website de forma distinta das pessoas. Estes não olham para a beleza das imagens, mas lêem o código escrito que constrói a página. É por isso que ao montar um website é importante desenhar o mesmo para estes visitantes digitais. Eles devem perceber a hierarquia da informação que mostramos. Têm de perceber qual a informação mais importante e qual o nome dos produtos ou serviços que estamos a oferecer. Por isso, na montagem das páginas do site, devemos classificar de forma diferente os textos que lá escrevemos. Só assim os motores de busca vão perceber que quando alguém procura algo específico, o nosso site oferece exatamente o que a pessoa pesquisou.

User-Generated Content: yes, please!

A qualidade do conteúdo é determinante. Cada vez mais. Se procura sobressair num feed mais competitivo, o user-generated content é parte indispensável da estratégia.

Vamos a números? O Instagram tem mais de mil milhões de utilizadores ativos mensalmente. 500 milhões usam a plataforma todos os dias. Nem a crescente ameaça do TikTok beliscou a importância desta rede social.

O upload constante de novo conteúdo é uma oportunidade única para as marcas. Se procura mais engagement, o user-generated content, ou UGC, é uma aposta segura. Este conteúdo apresenta uma taxa de engagement superior à de uma publicação nativa da marca.

O que é o UGC?

É o conteúdo criado pelos utilizadores. Pode ser texto, imagem ou vídeo. Este conteúdo tem um enorme potencial, porque são os próprios utilizadores a mostrarem confiança na marca. Cria credibilidade e facilita a entrada de novos utilizadores no funil de compra.

Na CoOp Creatives temos uma estratégia de content marketing em que o UGC é essencial. Exemplo disso são os nossos parceiros Merrell e Padaria Portuguesa.

Como usar o UGC? Vamos a isto!

1. Gerar Conteúdo

Este é o ponto 0. As redes sociais são dinâmicas, regeneram-se e a criatividade é constante. Como é que as marcas podem aproveitar este ecossistema?

Um dos métodos mais simples é criar uma hashtag. Se os utilizadores se identificarem com essa hashtag irão usá-la sempre que interajam com a marca.

A Merrell Portugal é conhecida pela sua audiência com a hashtag #createyourtrail, enquanto a Padaria Portuguesa interage com os seus seguidores com o claim #aquicomoemcasa. É posicionamento, mas também um facilitador na relação marca/cliente.

Sugerimos que incentive a sua comunidade a utilizar a hashtag que criou. Como? Integre a hashtag escolhida na sua estratégia de conteúdo e partilhe-a de forma coerente e regular com as suas publicações.

Desafie! Faça perguntas e interaja de forma direta, de modo a obter uma reação. Se tiver uma comunidade otimizada e as pessoas se identificarem com a marca, elas darão feedback.

Trabalhe com curadores ou influenciadores. Escolha um perfil que seja próximo da marca, tenha uma audiência interessante para fazer targeting e faça seeding com os seus conteúdos.

Muito importante. Os influenciadores, sejam nano, micro ou “mega”, só terão relevância caso a sua relação com a marca seja genuína. É nisso que acreditamos na CoOp e que colocamos em prática nas estratégias dos nossos parceiros.

A disseminação deste tipo de parcerias sem critério afectou a confiança e relação de influência outrora obtida.

2. Pedir permissão

Este é um pequeno pormenor, mas determinante. Nem sempre os utilizadores partilham conteúdo para ser amplificado pelas marcas.

Quando partilharem algum conteúdo, mesmo que tenham sido tagados, o nosso conselho é que peçam sempre autorização. Desta forma minimizam qualquer reação posterior.

Nós optamos por enviar mensagem privada e aguardar feedback positivo do autor, o que acontece mais de 90% das vezes.

Mesmo assim, ao publicarmos o UGC, não abdicamos de dar o devido crédito ao autor do conteúdo, seja através de uma menção no copy ou identificação na própria imagem.

Aconselhamos também que interajam sempre que alguém coloque um conteúdo da marca. Agradeçam, reajam e mostrem-se visíveis à comunidade desse user em questão. É uma oportunidade de sobressaírem na proximidade com os clientes.

3. Partilhar, partilhar e partilhar…

Stories, post no feed, vídeos ou críticas. Tudo o que acrescentar valor, tiver qualidade e reforçar a qualidade da marca da perspectiva do fã, será passível de ser partilhado.

O share poderá ser feito com uma referência criativa da marca ao nível do copy para gerar mais impacto. Os autores do UGC normalmente tem enorme receptividade a estas partilhas.

4. Amplificar

Nem todos os negócios têm budget para o fazer, especialmente os pequenos negócios, mas se tiverem não ponham todas as vossas fichas no orgânico.

O algoritmo do Instagram está em constante mudança e os nossos posts chegam a cada vez menos gente.

Uma estratégia de promoção do conteúdo irá terá impacto no alcance, visibilidade, interação e nas vossas vendas.

No caso do UGC tenha sempre isto em mente. É imperativo pedir autorização ao owner para amplificar o conteúdo. Mais vale promover do que remediar.

Agora já tem as ferramentas básicas para começar. Have fun!

Todos os exemplos visuais são de parceiros da CoOP Creatives!